Dedicando estes carismas com o qual fomos agraciados nas atividades pastorais da Matriz de Santa Rita de Cássia, nossa casa, no Centro do Rio de Janeiro.


Encontramos na música a porta de entrada para uma vida repleta no Espírito que nos santifica unindo assim louvor, formação e obra para que a palavra de Deus seja edificada.


terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Missas de Natal

Horário das missas de Natal

Dia 24/12 - 18h
Dia 25/12 - 10h

Participe! 
Acompanhe ao vivo pela nossa web

Um Feliz e Santo Natal!


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Oração de Intercessão pelos vitimados da chuva

Rezemos juntos
            “Senhor, ouvi minha oração, e chegue até vós o meu clamor” (Sl 101,2)
                Senhor na unidade de nossas orações elevamos nosso clamor por aqueles que foram vitimados pela chuva que cai sobre nossa cidade, por todos os que se encontram desamparados, que o Espírito Consolador os ajude em momento tão difícil a superarem tamanha provação, que Teu exemplo de superação e amor seja a força necessária para recomeçarem e se fortalecerem. Queremos incluir em nossas preces nosso pedido de que o Espírito de Caridade seja abundante no coração dos homens, para que assim encontremos meios de ajudar e renovar a esperanças destes irmãos, e clamamos firmemente ao Espírito de Justiça que toque profundamente nossos governantes que sabedores dos problemas que enfrentamos tenham o ímpeto de usarem o poder a eles confiados a favor dos menos favorecidos, nas áreas mais carentes. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém
“Porque todo o que nasceu de Deus vence o mundo. E esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.” (1 João 5,4) 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Convite: Adoração e Confraternização.

Boa tarde irmãos e irmãs, a paz de Cristo!

Nossa próxima e última adoração desse ano acontecerá no próximo sábado dia 07/12/2013 a partir das 16h, na Matriz de Santa Rita que fica no Largo de Santa Rita, S/nº (inicio da Rua Marechal Floriano).

Participe, neste tempo do advento somos chamados à oração, tempo de preparação para o Natal.  Venha agradecer por tantas graças que aconteceram neste ano de 2013 e também já pedir para que o ano de 2014 seja abençoado.

Para celebrarmos mais este ano, faremos ao fim da adoração uma confraternização e um amigo oculto. Então, traga um prato salgado para partilharmos e um presente de no valor de 10 reais (algo que sirva para homem e mulher).

Contamos com a sua presença, não se esqueça de nos acompanhar diariamente as nossas missas ao vivo pela Web Rita.

Que Deus te abençoe!
Em Deus fé, esperança e amor

Ministério Monte Sião – Matriz de Santa Rita

Papa Francisco revela que já trabalhou como porteiro de balada

Ao comentar este fato entre os paroquianos de Roma, ele citou outro "porteiro": São Pedro!

Já sabíamos que o Papa sempre foi amante do futebol e da música, e que, em sua juventude, ele fez parte da equipe de limpeza de uma fábrica de meias na qual seu pai era contador.

Também era conhecido que, entre os 14 e os 19 anos, ele tinha trabalhado em um laboratório químico. Detalhes como estes humanizam a vida de um pontífice. Lembremos que também Karol Wojtyla, antes de ser João Paulo II, trabalhou em uma fábrica química, o que lhe permitiu conhecer melhor a realidade dos operários.

Mas o que ainda não sabíamos, e o que Papa Francisco contou esta semana (e foi publicado pelo jornal "L'Osservatore Romano"), é que o jovem Jorge Bergoglio foi porteiro de uma balada em Buenos Aires.

Este é "um antecedente estranho na vida de um pontífice", escreve o jornal argentino "La Nación". Mas teologicamente não é tão estranho, afinal, São Pedro também é um "porteiro": foi a ele que Jesus deu as chaves do céu.

E as chaves são precisamente o símbolo do papado, escolhido pelo próprio Cristo. É um símbolo que passa de um papa a outro, assim como, na corte de Davi, as chaves passavam de pai para filho (cf. Isaías 22, 22).

No domingo, 1º de dezembro, foi o próprio Papa Francisco quem fez esta confissão, ao conversar informalmente com os fiéis da igreja de São Cirilo de Alexandria, depois de celebrar a Missa e confirmar 9 jovens.

O "L'Osservatore Romano" publicou, na segunda-feira, uma crônica intitulada: "Uma visita fora dos esquemas", na qual o Papa comentou vários detalhes pessoais: que foi batizado no dia do Natal de 1936 (8 dias após o seu nascimento), que foi professor de literatura e psicologia (no Colégio da Imaculada Conceição, de Santa Fé) e que havia trabalhado de "buttafuori" (termo utilizado por ele, em italiano), ou seja, porteiro de uma casa noturna.

Mas será que esta experiência foi útil na vida do futuro Pontífice?

Ele disse que sim, mas não pelo poder de deixar as pessoas entrarem ou barrá-las na porta, e sim porque este emprego o ajudou a entender mais as pessoas e a comunicar-se melhor com elas também.

Francisco contou que estas experiências lhe serviram para entender como motivar uma pessoa a voltar para a Igreja, quando ela está afastada. "Como diz São Pedro, é preciso estar sempre preparados para dar uma explicação a quem pede uma razão para ter esperança", explicou o Papa, citando seu primeiro predecessor como "porteiro" do céu.

O Santo Padre também comentou aos paroquianos que descobriu sua vocação em um dia da primavera de 1953, quando se confessou com um padre desconhecido na igreja de San José de Flores, seu bairro.

"Os melhores confessores são os padres desconhecidos ou surdos", brincou.

Uma paroquiana lhe perguntou como ela deveria rezar por um jovem parente que ia entrar no noviciado franciscano. "Peça a Deus que lhe dê perseverança para que ele siga adiante, mas também que lhe dê coragem para voltar atrás, se ele perceber que não está no caminho certo", aconselhou o Papa.
 
(Artigo de P. J. Ginés, publicado originalmente por Religión en Libertad)

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

WebRádio Católica em Niterói

Dica de mais uma WebRádio católica

Para saber mais irmãos sobre esta WebRádio de Niterói acesse o link http://www.radioanunciadora.org.br/

Some esta nova dica a já postada aqui de rádios católicas (http://mmontesiao.blogspot.com.br/2013/10/radios-on-line-catolicas.html)


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Papa Francisco: o Demônio existe, não é uma fábula

Advertindo os cristãos para “não ser ingênuos”, o Papa falou sobre as estratégias do diabo

Papa Francisco: o demônio existe, não é uma fábula

Papa Francisco afirmou hoje que o demônio não é uma fábula; ele existe, e os cristãos não devem ser ingênuos diante de suas estratégias.

Francisco comentava na missa matutina na Casa Santa Marta o trecho evangélico da celebração na qual Jesus expulsa o demônio, mas não é compreendido.

“Alguns padres, quando lêem esta passagem, ou outras, dizem que Jesus curou aquela pessoa de uma doença mental. É verdade que antigamente se podia confundir epilepsia com estar possuído pelodemônio, mas é igualmente verdade que o demônio existe! A presença do demônio está na primeira página da Bíblia e também no final, com a vitória de Deus sobre ele”.

Papa indicou três caminhos para resistir ao maligno.

“Não confundir a verdade. Jesus luta contra o diabo; e este é o primeiro critério. O segundo é que ‘quem não está com Jesus está contra Jesus’. Não existe outro comportamento. E o terceiro critério é a vigilância do nosso coração, porque o demônio é astuto, nunca é expulso para sempre”.

Advertindo os cristãos para “não ser ingênuos”, o Papa disse que a estratégia do diabo é essa: ele diz “você é cristão, tem fé, vai adiante que eu não volto. Mas depois, quando você está acostumado e se sente seguro, ele volta”.

“O Evangelho de hoje começa com o demônio expulso e termina com o demônio voltando! É como um leão feroz, que nos circunda. Isto não é mentira.”

“É a Palavra do Senhor. Peçamos a Ele a graça de levar a sério estas coisas. Ele veio lutar por nossa salvação e venceu o demônio! Não façamos negócios com o demônio; ele tenta voltar para casa, se apoderar de nós. Não devemos relativizar, mas vigiar, sempre e com Jesus”, disse o Papa.

(Com informações da Rádio Vaticano)

domingo, 20 de outubro de 2013

Mensagem para o Dia Mundial das Missões 2013

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE PAPA FRANCISCO 
PARA O DIA MUNDIAL DAS MISSÕES 2013(20 DE OUTUBRO DE 2013)

Queridos irmãos e irmãs,
Este ano, a celebração do Dia Mundial das Missões tem lugar próximo da conclusão do Ano da Fé, ocasião importante para revigorarmos a nossa amizade com o Senhor e o nosso caminho como Igreja que anuncia, com coragem, o Evangelho. Nesta perspectiva, gostaria de propor algumas reflexões.
1. A fé é um dom precioso de Deus, que abre a nossa mente para O podermos conhecer e amar. Ele quer entrar em relação connosco, para nos fazer participantes da sua própria vida e encher plenamente a nossa vida de significado, tornando-a melhor e mais bela. Deus nos ama! Mas a fé pede para ser acolhida, ou seja, pede a nossa resposta pessoal, a coragem de nos confiarmos a Deus e vivermos o seu amor, agradecidos pela sua infinita misericórdia. Trata-se de um dom que não está reservado a poucos, mas é oferecido a todos com generosidade: todos deveriam poder experimentar a alegria de se sentirem amados por Deus, a alegria da salvação. E é um dom que não se pode conservar exclusivamente para si mesmo, mas deve ser partilhado; se o quisermos conservar apenas para nós mesmos, tornamo-nos cristãos isolados, estéreis e combalidos. O anúncio do Evangelho é um dever que brota do próprio ser discípulo de Cristo e um compromisso constante que anima toda a vida da Igreja. «O ardor missionário é um sinal claro da maturidade de uma comunidade eclesial» (Bento XVI, Exort. ap. Verbum Domini, 95). Toda a comunidade é «adulta», quando professa a fé, celebra-a com alegria na liturgia, vive a caridade e anuncia sem cessar a Palavra de Deus, saindo do próprio recinto para levá-la até às «periferias», sobretudo a quem ainda não teve a oportunidade de conhecer Cristo. A solidez da nossa fé, a nível pessoal e comunitário, mede-se também pela capacidade de a comunicarmos a outros, de a espalharmos, de a vivermos na caridade, de a testemunharmos a quantos nos encontram e partilham connosco o caminho da vida.
2. Celebrado cinquenta anos depois do início do Concílio Vaticano II, este Ano da Fé serve de estímulo para a Igreja inteira adquirir uma renovada consciência da sua presença no mundo contemporâneo, da sua missão entre os povos e as nações. A missionariedade não é questão apenas de territórios geográficos, mas de povos, culturas e indivíduos, precisamente porque os «confins» da fé não atravessam apenas lugares e tradições humanas, mas o coração de cada homem e mulher. O Concílio Vaticano II pôs em evidência de modo especial como seja próprio de cada baptizado e de todas as comunidades cristãs o dever missionário, o dever de alargar os confins da fé: «Como o Povo de Deus vive em comunidades, sobretudo diocesanas e paroquiais, e é nelas que, de certo modo, se torna visível, pertence a estas dar também testemunho de Cristo perante as nações» (Decr. Ad gentes, 37). Por isso, cada comunidade é interpelada e convidada a assumir o mandato, confiado por Jesus aos Apóstolos, de ser suas «testemunhas em Jerusalém, por toda a Judeia e Samaria e até aos confins do mundo» (Act 1, 8); e isso, não como um aspecto secundário da vida cristã, mas um aspecto essencial: todos somos enviados pelas estradas do mundo para caminhar com os irmãos, professando e testemunhando a nossa fé em Cristo e fazendo-nos arautos do seu Evangelho. Convido os bispos, os presbíteros, os conselhos presbiterais e pastorais, cada pessoa e grupo responsável na Igreja a porem em relevo a dimensão missionária nos programas pastorais e formativos, sentindo que o próprio compromisso apostólico não é completo, se não incluir o propósito de «dar também testemunho perante as nações», perante todos os povos. Mas a missionariedade não é apenas uma dimensão programática na vida cristã; é também uma dimensão paradigmática, que diz respeito a todos os aspectos da vida cristã.
3. Com frequência, os obstáculos à obra de evangelização encontram-se, não no exterior, mas dentro da própria comunidade eclesial. Às vezes, estão relaxados o fervor, a alegria, a coragem, a esperança de anunciar a todos a Mensagem de Cristo e ajudar os homens do nosso tempo a encontrá-Lo. Por vezes há ainda quem pense que levar a verdade do Evangelho seja uma violência à liberdade. A propósito, são iluminantes estas palavras de Paulo VI: «Seria certamente um erro impor qualquer coisa à consciência dos nossos irmãos. Mas propor a essa consciência a verdade evangélica e a salvação em Jesus Cristo, com absoluta clareza e com todo o respeito pelas opções livres que essa consciência fará (...), é uma homenagem a essa liberdade» (Exort. ap. Evangelii nuntiandi, 80). Devemos sempre ter a coragem e a alegria de propor, com respeito, o encontro com Cristo e de nos fazermos portadores do seu Evangelho; Jesus veio ao nosso meio para nos indicar o caminho da salvação e confiou, também a nós, a missão de a fazer conhecer a todos, até aos confins do mundo. Com frequência, vemos que a violência, a mentira, o erro é que são colocados em evidência e propostos. É urgente fazer resplandecer, no nosso tempo, a vida boa do Evangelho pelo anúncio e o testemunho, e isso dentro da Igreja. Porque, nesta perspectiva, é importante não esquecer jamais um princípio fundamental para todo o evangelizador: não se pode anunciar Cristo sem a Igreja. Evangelizar nunca é um acto isolado, individual, privado, mas sempre eclesial. Paulo VI escrevia que, «quando o mais obscuro dos pregadores, dos catequistas ou dos pastores, no rincão mais remoto, prega o Evangelho, reúne a sua pequena comunidade, ou administra um sacramento, mesmo sozinho, ele perfaz um acto de Igreja». Ele não age «por uma missão pessoal que se atribuísse a si próprio, ou por uma inspiração pessoal, mas em união com a missão da Igreja e em nome da mesma» (ibid., 60). E isto dá força à missão e faz sentir a cada missionário e evangelizador que nunca está sozinho, mas é parte de um único Corpo animado pelo Espírito Santo.
4. Na nossa época, a difusa mobilidade e a facilidade de comunicação através dos novos mídias misturaram entre si os povos, os conhecimentos e as experiências. Por motivos de trabalho, há famílias inteiras que se deslocam de um continente para outro; os intercâmbios profissionais e culturais, assim como o turismo e fenómenos análogos impelem a um amplo movimento de pessoas. Às vezes, resulta difícil até mesmo para as comunidades paroquiais conhecer, de modo seguro e profundo, quem está de passagem ou quem vive estavelmente no território. Além disso, em áreas sempre mais amplas das regiões tradicionalmente cristãs, cresce o número daqueles que vivem alheios à fé, indiferentes à dimensão religiosa ou animados por outras crenças. Não raro, alguns baptizados fazem opções de vida que os afastam da fé, tornando-os assim carecidos de uma «nova evangelização». A tudo isso se junta o facto de que larga parte da humanidade ainda não foi atingida pela Boa Nova de Jesus Cristo. Ademais vivemos num momento de crise que atinge vários sectores da existência, e não apenas os da economia, das finanças, da segurança alimentar, do meio ambiente, mas também os do sentido profundo da vida e dos valores fundamentais que a animam. A própria convivência humana está marcada por tensões e conflitos, que provocam insegurança e dificultam o caminho para uma paz estável. Nesta complexa situação, onde o horizonte do presente e do futuro parecem atravessados por nuvens ameaçadoras, torna-se ainda mais urgente levar corajosamente a todas as realidades o Evangelho de Cristo, que é anúncio de esperança, de reconciliação, de comunhão, anúncio da proximidade de Deus, da sua misericórdia, da sua salvação, anúncio de que a força de amor de Deus é capaz de vencer as trevas do mal e guiar pelo caminho do bem. O homem do nosso tempo necessita de uma luz segura que ilumine a sua estrada e que só o encontro com Cristo lhe pode dar. Com o nosso testemunho de amor, levemos a este mundo a esperança que nos dá a fé! A missionariedade da Igreja não é proselitismo, mas testemunho de vida que ilumina o caminho, que traz esperança e amor. A Igreja – repito mais uma vez – não é uma organização assistencial, uma empresa, uma ONG, mas uma comunidade de pessoas, animadas pela acção do Espírito Santo, que viveram e vivem a maravilha do encontro com Jesus Cristo e desejam partilhar esta experiência de profunda alegria, partilhar a Mensagem de salvação que o Senhor nos trouxe. É justamente o Espírito Santo que guia a Igreja neste caminho.
5. Gostaria de encorajar a todos para que se façam portadores da Boa Nova de Cristo e agradeço, de modo especial, aos missionários e às missionárias, aos presbíteros fidei donum, aos religiosos e às religiosas, aos fiéis leigos – cada vez mais numerosos – que, acolhendo a chamada do Senhor, deixaram a própria pátria para servir o Evangelho em terras e culturas diferentes. Mas queria também sublinhar como as próprias Igrejas jovens se estão empenhando generosamente no envio de missionários às Igrejas que se encontram em dificuldade – não raro Igrejas de antiga cristandade – levando assim o vigor e o entusiasmo com que elas mesmas vivem a fé que renova a vida e dá esperança. Viver com este fôlego universal, respondendo ao mandato de Jesus «ide, pois, fazei discípulos de todos os povos» (Mt 28, 19), é uma riqueza para cada Igreja particular, para cada comunidade; e dar missionários nunca é uma perda, mas um ganho. Faço apelo, a todos aqueles que sentem esta chamada, para que correspondam generosamente à voz do Espírito, segundo o próprio estado de vida, e não tenham medo de ser generosos com o Senhor. Convido também os bispos, as famílias religiosas, as comunidades e todas as agregações cristãs a apoiarem, com perspicácia e cuidadoso discernimento, a vocação missionária ad gentes e a ajudarem as Igrejas que precisam de sacerdotes, de religiosos e religiosas e de leigos para revigorar a comunidade cristã. E a mesma atenção deveria estar presente entre as Igrejas que fazem parte de uma Conferência Episcopal ou de uma Região: é importante que as Igrejas mais ricas de vocações ajudem, com generosidade, aquelas que padecem a sua escassez.
Ao mesmo tempo exorto os missionários e as missionárias, especialmente os presbíteros fidei donum e os leigos, a viverem com alegria o seu precioso serviço nas Igrejas aonde foram enviados e a levarem a sua alegria e esperança às Igrejas donde provêm, recordando como Paulo e Barnabé, no final da sua primeira viagem missionária, «contaram tudo o que Deus fizera com eles e como abrira aos pagãos a porta da fé» (Act 14, 27). Eles podem assim tornar-se caminho para uma espécie de «restituição» da fé, levando o vigor das Igrejas jovens às Igrejas de antiga cristandade a fim de que estas reencontrem o entusiasmo e a alegria de partilhar a fé, numa permuta que é enriquecimento recíproco no caminho de seguimento do Senhor.
A solicitude por todas as Igrejas, que o Bispo de Roma partilha com os irmãos Bispos, encontra uma importante aplicação no empenho das Obras Missionárias Pontifícias, cuja finalidade é animar e aprofundar a consciência missionária de cada baptizado e de cada comunidade, seja apelando à necessidade de uma formação missionária mais profunda de todo o Povo de Deus, seja alimentando a sensibilidade das comunidades cristãs para darem a sua ajuda a favor da difusão do Evangelho no mundo.
Por fim, o meu pensamento vai para os cristãos que, em várias partes do mundo, encontram dificuldade em professar abertamente a própria fé e ver reconhecido o direito a vivê-la dignamente. São nossos irmãos e irmãs, testemunhas corajosas – ainda mais numerosas do que os mártires nos primeiros séculos – que suportam com perseverança apostólica as várias formas actuais de perseguição. Não poucos arriscam a própria vida para permanecer fiéis ao Evangelho de Cristo. Desejo assegurar que estou unido, pela oração, às pessoas, às famílias e às comunidades que sofrem violência e intolerância, e repito-lhes as palavras consoladoras de Jesus: «Tende confiança, Eu já venci o mundo» (Jo 16, 33).
Bento XVI exortava: «Que "a Palavra do Senhor avance e seja glorificada" (2 Ts 3, 1)! Possa este Ano da Fé tornar cada vez mais firme a relação com Cristo Senhor, dado que só n'Ele temos a certeza para olhar o futuro e a garantia dum amor autêntico e duradouro» (Carta ap.Porta fidei, 15). Tais são os meus votos para o Dia Mundial das Missões deste ano. Abençoo de todo o coração os missionários e as missionárias e todos aqueles que acompanham e apoiam este compromisso fundamental da Igreja para que o anúncio do Evangelho possa ressoar em todos os cantos da terra e nós, ministros do Evangelho e missionários, possamos experimentar «a suave e reconfortante alegria de evangelizar» (Paulo VI, Exort. ap. Evangelii nuntiandi, 80).
Vaticano, 19 de Maio - Solenidade de Pentecostes – de 2013.
Papa Francisco

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Padre Silviano, filho de Rita, ordenado no dia 12 de Outubro de 2013

“ É necessário que Ele cresça e que eu diminua” (Jo 3,30)
Ordenação sacerdotal Silviano Firmino Chaves
     Dia 12 de outubro de 2013 é um dia que ficará gravado na minha memória e no meu coração... Um dia muito importante para nossa comunidade! Dia em que nosso irmão e amigo, Silviano, recebeu o sacramento da ordem!
    Certamente, é impossível descrever a alegria e a emoção que todos os paroquianos de Santa Rita, que estavam presentes na ordenação, sentiram nesse momento.  Afinal, estávamos felizes por vários motivos...
Primeiramente, pela alegria de termos mais um sacerdote em nossa Igreja, um servo de Deus que escolheu dedicar sua vida a Deus e ao próximo. Segundo, por esse servo ter sido fruto de nossa paróquia e podermos ter presenciado o nascimento e o amadurecimento desta vocação. Depois, por sentir a alegria e o amor estampado no rosto de tantas pessoas, principalmente nos rostos da família do Padre Silviano. Também, não poderia deixar de citar a acolhida que todos nós recebemos de todas as famílias e membros da Paróquia Nossa Senhora Medianeira pertencente à Arquidiocese de Cuiabá. Eles formam uma linda comunidade e estavam todos muito felizes por terem um novo sacerdote ajudando a conduzi-los.
    Outra grande alegria que podemos trazer desse momento é refletir sobre o lema escolhido pelo neo-sacerdote Silviano para sua ordenação: “ É necessário que Ele cresça e que eu diminua” (Jo 3,30). Dessa forma, peçamos a Deus que todos nós possamos viver essa verdade dita por João Batista, reconhecendo a graça e a beleza do Pai em tudo que temos e somos e lembrando que a humildade e a simplicidade são o segredo da verdadeira felicidade. A felicidade de deixar Cristo habitar em nós!
    Por isso, irmãos e irmãs da Matriz de Santa Rita agradeçamos a Deus por essa graça recebida, seguindo o pedido do Papa Francisco: “Amados fiéis, permanecei unidos aos vossos sacerdotes com o afeto e a oração, para que sejam sempre Pastores segundo o coração de Deus.”
Para concluir, não podia deixar de direcionar palavras ao nosso amado sacerdote:
    Sasá, conte com nossas orações! Nós nunca deixamos de interceder e de acreditar na sua vocação. Continue contando com a família da Matriz de Santa Rita. Parabéns por atender o chamado de Deus e por ter colocado nEle a sua confiança  (II Tm 1,12 – lema da ordenação diaconal). Que Deus seja sua fortaleza! E fica a dica do Papa Francisco:
    “Amados sacerdotes, Deus Pai renove em nós o Espírito de Santidade com que fomos ungidos, o renove no nosso coração de tal modo que a unção chegue a todos, mesmo nas 'periferias' onde o nosso povo fiel mais a aguarda e aprecia”.

    Que Deus conduza seus caminhos!
Talitha Lopes - Catequista


A primeira celebração em nossa Matriz será no dia 20/10/13
Missa das 10:30h

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Rádios on line católicas!!!

Bom dia Irmãos,

as vezes estamos em casa ou no trabalho e nos dá uma vontade de ouvir uma musica santa, que nos leva a meditar e nos aprofundar na fé e não sabemos como fazer, então segue uma dica muito boa.  Duas rádios que tocam músicas 100% católicas e com uma programação show.

1º - Rádio Catedral - site:  www.radiocatedral.com.br
         No site além de você ouvir a programação normal você também pode optar por só ouvir músicas.

2º - Rádio América Rio - site:  radioamericario.com
         Dica do nosso irmão Ricardo, tem uma programação musical muito show.

Conhece outra rádio on line, mande o link para nós divulgarmos aqui.

Então fica ai a dica, agora lógico não podemos de deixar sempre o apelo para você comprar o CD's e DVD's afinal muitas bandas dependem da venda dos mesmo para continuar a levar a palavra de Deus.

Então gostou da música, gostou da Banda e/ou Ministério, compre o CD ou DVD e presentei alguém.

Fiquem com Deus.

sábado, 12 de outubro de 2013

12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida

Rezemos a oração que o Papa Francisco fez diante da imagem de Nossa Senhora Aparecida

nossasenhorapapa


Mão Aparecida, como Vós um dia,
assim me sinto hoje diante
do vosso e meu Deus,
que nos propõe para a vida uma missão
cujos contornos e limites desconhecemos,
cujas exigências apenas vislumbramos.
Mas, em vossa fé de que
“para Deus nada é impossível”,
Vós, ó Mãe, não hesitastes,
e eu não posso hesitar.


Assim, ó Mãe, como Vós,
Eu abraço minha missão.
Em vossas mãos coloco minha vida
e vamos Vós-Mãe e Eu-Filho
caminhar juntos, crer juntos, lutar juntos,
vencer juntos como sempre juntos
caminhastes vosso Filho e Vós.


Mãe Aparecida,
um dia levastes vosso Filho
ao templo para O consagrar ao Pai,
para que fosse inteira disponibilidade
para a missão.
Levai-me hoje ao mesmo Pai,
consagrai-me a Ele com tudo
o que sou e com tudo o que tenho.


Mãe Aparecida,
ponho em vossas mãos,
e levai até o Pai a nossa e vossa juventude,
a Jornada Mundial da Juventude:
quanta força, quanta vida,
quanto dinamismo brotando e explodindo
e que podem estar a serviço da vida,
da humanidade.


Finalmente, ó Mãe, vos pedimos:
permanecei aqui,
sempre acolhendo vossos filhos
e filhas peregrinos,
mas também ide conosco,
estai sempre ao nosso lado
e acompanhai na missão
e grande família dos devotos,
principalmente quando
a cruz mais nos pesar,
sustentai nossa esperança de nossa fé.
Imagem de Nossa Senhora Aparecida na Matriz de Santa Rita